Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio

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Résumé de l'épisode

O episódio debate a auditoria à gestão de Luís Neves na Polícia Judiciária e as suas implicações políticas, questionando se a iniciativa visa proteger a instituição ou esvaziar a Comissão Parlamentar de Inquérito. Discute-se também o impacto das polémicas éticas no Ministro da Administração Interna e a postura do Primeiro-Ministro Luís Montenegro. A discussão aborda ainda o silêncio do Presidente da República perante crises éticas governativas e as estratégias de comunicação política. O episódio encerra com um momento mais leve, partilhando memórias pessoais, planos de férias e recomendações culturais.

Chapitres

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Moments clés

Eu já tive oportunidade de dizer... que eu achei, quando percebi aquilo que estava a ser aqui feito, que isto podia servir para tentar esvaziar, de alguma forma, preventivamente, a Comissão Parlamentar de Inquérito.

00:07:01 · A jornalista Eunice Lourenço sugere que a auditoria pode ser uma manobra política para evitar o escrutínio parlamentar.

O Governo, quando determina esta auditoria, desculpa metade das notícias que foram avançadas a propósito da conduta de Luís Neves.

00:13:45 · David Diniz argumenta que o âmbito da auditoria não cobre as polémicas iniciais sobre a vida particular do ministro.

neste momento ele não tem autoridade moral ou ética, como lhe queiras chamar, para continuar a ser membro do governo.

00:24:53 · O debate foca na perda de legitimidade política de Luís Neves perante as irregularidades apontadas.

o presidente da transparência e da ética fica praticamente calado perante um caso que tem várias pontas éticas.

00:35:51 · A locutora critica a falta de posicionamento do Presidente da República face a polémicas envolvendo membros do governo.

O Museu de Arte Moderna, de Arte Contemporânea, é muito interessante. Vale a pena ir à Braga só para ver este novo museu.

00:54:05 · Vítor Matos recomenda uma visita cultural ao novo museu privado em Braga.

Épisodes

220-

Comissão Política. Sherlock Montenegro confia ou desconfia de Luís Neves?

O episódio debate a auditoria à gestão de Luís Neves na Polícia Judiciária e as suas implicações políticas, questionando se a iniciativa visa proteger a instituição ou esvaziar a Comissão Parlamentar de Inquérito. Discute-se também o impacto das polémicas éticas no Ministro da Administração Interna e a postura do Primeiro-Ministro Luís Montenegro. A discussão aborda ainda o silêncio do Presidente da República perante crises éticas governativas e as estratégias de comunicação política. O episódio encerra com um momento mais leve, partilhando memórias pessoais, planos de férias e recomendações culturais.

11 août 2026
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Sugestão de Verão: Pedro Bingre do Amaral e as verdadeiras causas dos incêndios florestais

Neste episódio, José Maria Pimentel e Pedro Bingre do Amaral analisam as causas estruturais dos incêndios florestais em Portugal, explorando como a transição de uma economia agro-pastoril para um modelo urbano e o abandono do território criaram um excesso de combustível inflamável. A conversa percorre a evolução histórica da paisagem portuguesa, desde o impacto da tecnologia do ferro até à introdução de espécies pirofíticas e ao desinvestimento público nos serviços florestais. A discussão aborda soluções complexas que vão além do combate direto, propondo reformas fiscais baseadas no georgismo para incentivar a produtividade do solo e a resolução de problemas de propriedade, como heranças não resolvidas. O debate conclui com a necessidade urgente de um novo ordenamento do território que promova a regeneração de bosques autóctones e uma gestão florestal sustentável e resiliente às alterações climáticas.

12 août 2026
218-

Comissão Política: “Luís Neves contribuiu com o seu silêncio para esta fogueira” (e os livros das nossas férias)

O episódio analisa as controvérsias em torno do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o impacto das investigações criminais na estabilidade do governo de Luís Montenegro. Discutem-se as pressões políticas, a postura do Primeiro-Ministro face a possíveis remodelações ministeriais e a relação entre o Governo e o Presidente da República. A análise aborda ainda a instabilidade política em Portugal e a incerteza sobre a duração da atual legislatura, encerrando com um momento de descontração sobre planos de férias e recomendações literárias.

27 juil. 2026
217-

Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?

O episódio aborda a crise climática e o desinvestimento na prevenção de incêndios, comparando-o ao aumento do gasto militar na Europa e questionando a transparência em contratos de defesa. Discute também o papel dos influenciadores digitais na propaganda política. Adicionalmente, debate as controvérsias em torno do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, abordando investigações sobre obras e o impacto político de uma possível CPI, bem como as motivações por trás das recentes denúncias.

30 juil. 2026
216-

As criticas à seleção “endeusada” e a Ronaldo, “é triste vê-lo acabar assim” e a reação com dois ministros sob fogo: “Vai parecer que sou defensor do Governo”

17 juil. 2026